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	<title>Estação dos Combatentes &#187; concertos</title>
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		<title>I feel it all</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jun 2008 00:01:08 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Foto de Punki via Flickr Leslie Feist é uma querida. As palavras para descrever o concerto com que presenteou as não muitas pessoas que ontem não encheram o Coliseu do Porto irão andar sempre à volta disso: querida, fofinha, adorável. Confesso que não sou o maior fã da música de Feist mas gosto (se não [...]]]></description>
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<p style="text-align: center;"><a href="http://www.flickr.com/photos/57541979@N00/2564051139"><img style="border: none; display: block" src="http://farm4.static.flickr.com/3113/2564051139_2e6d182114_m.jpg" alt="Feist" /></a></p>
<p>Foto de <a href="http://www.flickr.com/photos/57541979@N00/2564051139" target="_blank">Punki <img src='http://lamelas.org/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </a> via Flickr</p>
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<p>Leslie Feist é uma querida. As palavras para descrever o concerto com que presenteou as não muitas pessoas que ontem não encheram o Coliseu do Porto irão andar sempre à volta disso: querida, fofinha, adorável. Confesso que não sou o maior fã da música de Feist mas gosto (se não gostasse não tinha ido ao concerto, não vos parece?) apesar de há semanas (meses?) que não a ouvia cantar aqui pelas minhas colunas. A primeira parte esteve a cargo de uma banda do indie qualquer cujo nome nem sequer fixei e cuja música me passou de todo ao lado. Feist entra em palco vestida de branco, com uma gaiola com uma vela dentro. A roupa larga branca e o cabelo comprido de franja faz lembrar uma qualquer cantora hippie dos 60’s. Após a primeira musica que interpretou por detrás de um biombo branco apenas nos deixando ver a sua sombra, avança para “Mushaboom”, música de <em>Let it Die</em> o seu album de 2004 e minha personal favourite. Durante a música foi sendo projectado no fundo do palco um espectáculo de sombras que acabou por acompanhar o resto do concerto e cuja beleza por vezes quase ofuscava a voz de Feist, o que parecendo que não, era bem difícil. Apesar de em disco nem sempre parecer, Leslie Feist tem uma grande voz, muito superior a grande parte da sua concorrência pelos lados do indie. Ao vivo e numa grande sala a sua voz enche, acaricia, aconchega. “One Two Three Four” é mais um grande momento da noite, acompanhada pelo público com os lalala’s e ohohoh’s aos quais a sua música tanto se presta. Ao segundo encore Feist volta a cantar por detrás do biombo, desta vez ao piano. Conta-nos de como tinha pedido ao seu manager para voltar a Portugal e em como não queria voltar a tocar num complexo industrial na Alemanha. Enfim, aquelas coisas. No fim vai tudo para casa com aquela cara feliz e contente de quem assistiu a um grande espectáculo e se divertiu de caraças. Aposto que ela também gostou. E para mim, como espectador, poucas coisas me agradam tanto como ver no palco a mesma satisfação que no público.</p>
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