Estação dos Combatentes

jQuery UI

Antes que a blo­gos­fera seja inva­dida pela onda WWDC — Key­note do Lord Jobs — iPhone 3G — mais novi­da­des Apple, venho aqui só mani­fes­tar o meu agrado pela nova jQuery UI que teve hoje um novo rele­ase. Como é a minha fra­mework Javas­cript de pre­fe­rên­cia em dete­ri­mento de coi­sas como a Pro­totype asso­ci­ada com a Scrip­ta­cu­lous, foi com grande ale­gria que li esta notí­cia. Kudos!

E agora, espe­rar mais umas horas para depois fazer o post WWDC — Key­note do Lord Jo…

O Primeiro de Todos: Paratrooper(1982)

Res­pon­dendo ao desa­fio do André Carita, venho então falar das minhas pri­mei­ras expe­ri­ên­cias como jogador.

A pri­meira vez que joguei num com­pu­ta­dor foi no PC-1 da Oli­vetti do meu primo Tozé. Não tenho a cer­teza de qual terá, efec­ti­va­mente, sido o pri­meiro jogo que nele joguei mas o que cer­ta­mente me lem­bro de pri­meiro ter jogado foi Para­tro­o­per.
Paratrooper Screenshot
Do alto dos seus pujan­tes 320x240 pixels de reso­lu­ção nativa, Para­tro­o­per é um jogo sim­ples, daque­les em que ape­nas uti­li­za­mos três teclas. Em Para­tro­o­per con­tro­la­mos uma torre com um canhão que dis­para balas que deve­mos usar para des­truir os heli­có­pe­tros que vão lar­gando para­que­dis­tas, para­que­dis­tas esses que tam­bém deve­mos des­truir antes que atin­jam o solo pois se 4 para­que­dis­tas se jun­ta­rem de algum dos lados do nosso canhão, for­ma­rão uma pirâ­mide e um deles con­se­guirá então tre­par e des­truir o nosso canhão. A jun­tar à festa há aviões que peri­o­di­ca­mente atra­ves­sam o topo do ecrã lar­gando bom­bas que tam­bém nos farão per­der o jogo se nos acertarem.

Eu sei, não será o jogo mais evo­luído de sem­pre mas é extre­ma­mente diver­tido e enche-me de sau­dade. Con­fesso: ás vezes, ainda o jogo. Tal­vez um dia des­tes me dê na cabeça e o imple­mente, só para me sen­tir realizado.

A par com este jogo pode­ria tam­bém refe­rir outros que joguei por volta da mesma altura, como o Dig­ger ou o épico pri­meiro jogo de aven­tu­ras que joguei, Colo­rado.

Beautiful Album Covers II

7 Reasons
Revenge, 7 Rea­sons (1989)

Compilações

A par­tir de agora tem um link ali em cima para uma página onde irei colo­car os ali­nha­men­tos de com­pi­la­ções que vá gra­vando para pessoas.

Não é para nada de espe­cial, ape­nas para memó­ria futura.

 

(e no fundo não é para isso que serve tudo o que mete­mos online?)

Se isto funcionar…

…este post vai ser pos­tado para o Twit­ter. WOOHOO!

A ambição é uma energia positiva

Gosto deste anún­cio. Muito. É das melho­res publi­ci­da­des que já vi em muito tempo. E cara­ças, tem o Dylan a can­tar, muito melhor que a Nelly Fur­tado no 2004.
Não, não vou ter­mi­nar a dar vivas à selec­ção por­que isso é piroso.

Mas a ver­dade é que a ambi­ção é uma ener­gia positiva.

Das internets

The Internet is Serious Business

Sim, são várias. São no mínimo duas, as inter­nets.
A pri­meira é uma das mai­o­res inven­ções da huma­ni­dade, é a tec­no­lo­gia que trans­for­mou o mundo de novo numa Pan­geia, unindo todo o pla­neta atra­vés de TCP/IP.
A outra é o local negro de onde vêm quase todos os males do mundo (os res­tan­tes males vêm do facto das cri­an­ças joga­rem videojogos).

A dis­cus­são à volta da inter­net e dos seus peri­gos foi relan­çada após a trans­mis­são do pro­grama Aqui e Agora! na SIC, cujo video pode ser visto aqui.

Cer­ta­mente que seria de espe­rar uma enorme dis­ser­ta­ção cheia de argu­men­tos bem esgri­mi­dos e muita jus­ti­fi­ca­ção mas a ver­dade é que nem me dá von­tade de jus­ti­fi­car o que quer que seja. Temos em por­tu­guês (e deve­mos ao caro Camões) uma expres­são que define na per­fei­ção toda esta gente que só sabe gas­tar o seu tempo a advo­gar o quanto a inter­net é má e serve para trá­fico de armas e venda de escra­vos: Velhos do Res­telo.
Para alguém que como eu cres­ceu no IRC, no MSN e nou­tros sítios cujos nomes tam­bém são siglas, esta dis­cus­são parece ridí­cula. Cres­çam! Levem as coi­sas menos a sério. Se eu pro­ces­sasse toda a gente que me insul­tou na inter­net neste momento estava falido, a pagar a advo­ga­dos. E sou eu, um jovem de 23 anos, com um blog pequeno e pouco polé­mico. Habituei-me a esses insul­tos, entram a 100 e saem a 200, difi­cil­mente alguém poderá dizer alguma coisa que me faça sen­tir insul­tado. Se calhar era bom que esses ilu­mi­na­dos dos peri­gos das inter­nets come­ças­sem a fazer o mesmo. Só tinham a ganhar.
Cres­çam, por deus! Habituem-se que a inter­net vulgarizou-se, os blogs e a soci­e­dade de infor­ma­ção não vão desa­pa­re­cer tão cedo e por­tanto cada vez mais, cada vez mais gente vai dizer cada vez mais coi­sas. Lem­brando o Infi­nite Mon­key The­o­rem, even­tu­al­mente todos os insul­tos pos­sí­veis de serem fei­tos irão even­tu­al­mente apa­re­cer (jun­ta­mente com as obras com­ple­tas de Shakespeare).

Cres­çam! E usem o vosso tempo e o vosso fôlego para coi­sas a sério.

NOTA: Não quero com isto negar nenhuns dos peri­gos das inter­nets. Tal como não nego os peri­gos das facas de cozi­nha. A ver­dade é que não são as facas que são peri­go­sas mas sim os usos que se fazem delas. Tanto pode­mos usar a faca de cozi­nha para escul­pir uma bela repre­sen­ta­ção da nossa cara numa maçã como a pode­mos usar para matar a nossa famí­lia toda (salvo seja!) Sei que é uma ver­dade de la Palice mas as pes­soas pare­cem esquecer-se desta “rela­ti­vi­dade de utilização”.

Beautiful Album Covers I

dcfc-narrow_stairs-cover-300x300.jpg

Death Cab For Cutie, Nar­row Stairs (2008)

Ruby on Rails

From the ama­zin­gly funny Geek and Poke

Geek Kamasutra

Geek Kamasutra