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	<title>Estação dos Combatentes</title>
	<link>http://lamelas.org/blog</link>
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	<lastBuildDate>Tue, 30 Dec 2008 01:08:55 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Do fracasso</title>
		<description>Ainda bem que falhaste. A sério. Achas mesmo que ias saber lidar com a glória da mesma maneira sábia com que lidas com a derrota? De que te valia a vitória se a ias desperdiçar em cortejos épicos e coroas de louros a encimar-te a cabeça?
Senta-te a um canto. Sozinho: ...</description>
		<link>http://lamelas.org/blog/2008/12/30/do-fracasso/</link>
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		<title>Rule #1</title>
		<description>"It doesn't matter Whatever you think matters-doesn't. Follow this rule, and it will add decades to your life. It does not matter if you are late, or early; if you are here, or if you are there; if you said it, or did not say it; if you were clever, ...</description>
		<link>http://lamelas.org/blog/2008/12/04/rule-1/</link>
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		<title>Das Cidades Portuguesas I - Aveiro</title>
		<description>Não és, nunca foste e nunca serás a mais bonita. Falta-te o espaço, falta-te o centro, falta-te a praça grande a fazer-te de coração, falta-te a luz, falta-te a identidade: és daquelas cidades em que se constrói tudo porque não tens nada. Existes vazia, como se nunca ninguém te habitasse, ...</description>
		<link>http://lamelas.org/blog/2008/11/18/das-cidades-portuguesas-i-aveiro/</link>
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		<title>Das poesias - I</title>
		<description>"Apesar das ruínas e da morte,
Onde sempre acabou cada ilusão,
A força dos meus sonhos é tão forte,
Que de tudo renasce a exaltação
E nunca as minhas mãos ficam vazias."

Sophia de Mello Breyner Andresen, Poesia (1944) </description>
		<link>http://lamelas.org/blog/2008/11/03/das-poesias-i/</link>
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		<title>Das casas para Venda - I</title>
		<description>"Sabe, nunca ninguém cá viveu a sério. Houve uma miúda que teve isto alugado durante uns meses mas foi embora. Dizia que não lhe compensava: o que ela queria era que lhe descessem a renda. Ainda voltou há pouco tempo, a ver se o truque funcionava, mas acabou por desistir. ...</description>
		<link>http://lamelas.org/blog/2008/11/03/das-casas-para-venda-i/</link>
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		<title>Das Prisões</title>
		<description>Lembra-te da minha prisão, do lugar vulgar e sem paredes onde me mantêm aprisionado. Não te esqueças por favor da decoração da minha cela, dos carros a passar e do cimento já velho, das árvores acabadas e dos arbustos egoístas.

Perguntas-me porque nunca dela saí e não resisto a sorrir-te: ninguém ...</description>
		<link>http://lamelas.org/blog/2008/10/23/das-prisoes/</link>
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		<title>Das recordações</title>
		<description>Lembro-me. Lembro-me muito bem, aliás. Lembro-me de acordar sem ter muito bem a certeza do que ia fazer, como se fosse desembarcar na Normandia e ter-me esquecido de como disparar uma arma ou nem sequer me lembrar que estávamos em guerra.

Lembro-me de chorar, não sei exactamente porquê. E lembro-me também ...</description>
		<link>http://lamelas.org/blog/2008/09/05/das-recordacoes/</link>
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		<title>Powodzenia!</title>
		<description>Megas, Johnny, Vanessa e Filipa: "façam o favor de ser felizes".

O Porto há-de cá estar quando voltarem. Eu sei que sim. </description>
		<link>http://lamelas.org/blog/2008/08/20/powodzenia/</link>
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		<title>Sonhei que estava a caminho</title>
		<description>…a caminho de casa. </description>
		<link>http://lamelas.org/blog/2008/08/16/sonhei-que-estava-a-caminho-2/</link>
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		<title>O meu primeiro atalho</title>
		<description>O meu já citado primo Tozé era o dono do primeiro computador em que mexi.  O tal PC-1 da Olivetti foi a máquina em que aprendi as manhas do ofício e, nele, os meus primeiros passos no MS-DOS.
Aprendi com o meu primo toda aquela rotina de

cd ..
cd jogos
dir *.exe
dir /w

Também ...</description>
		<link>http://lamelas.org/blog/2008/07/18/o-meu-primeiro-atalho/</link>
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