Das Asas

Nem pre­ci­sa­vas de ter expli­cado a foto­gra­fia. Estás coberta, pro­te­gida, a salvo dos fan­tas­mas da las­cí­via do mundo. Sorris ligei­ra­mente, como só a ver­da­deira feli­ci­dade o per­mite (sabes bem que todos os outro sor­ri­sos são for­ça­dos à alma por um corpo obs­ti­nado). Olhas para longe com a dis­pli­cên­cia daque­les a quem o mundo já não chega e só para […]