Das poesias I
by lamelas
“Apesar das ruínas e da morte,
Onde sempre acabou cada ilusão,
A força dos meus sonhos é tão forte,
Que de tudo renasce a exaltação
E nunca as minhas mãos ficam vazias.”
Sophia de Mello Breyner Andresen, Poesia (1944)
“Apesar das ruínas e da morte,
Onde sempre acabou cada ilusão,
A força dos meus sonhos é tão forte,
Que de tudo renasce a exaltação
E nunca as minhas mãos ficam vazias.”
Sophia de Mello Breyner Andresen, Poesia (1944)
gostas de sophia. que bem. conheço poucos poetas que saibam o silêncio como ela.
há demasiados verbos de acção na sophia para ela “saber os silêncios”.
o dinis machado é que escreveu uma coisa daquelas, descobri no outro dia. ii soneto para cesário, vai coscuvilhar e faz-te gente. a segunda e a terceira estrofe, pá.
errata: onde se ler “estrofe” leia-se “estrofes”.
Seremos sempre nós a ganhar….
… de alguma forma, nem que a menos imediata…
Beijo, Amigo!