Das poesias I

by lamelas

“Ape­sar das ruí­nas e da morte,
Onde sem­pre aca­bou cada ilu­são,
A força dos meus sonhos é tão forte,
Que de tudo renasce a exal­ta­ção
E nunca as minhas mãos ficam vazias.”

Sophia de Mello Brey­ner Andre­sen, Poe­sia (1944)