Das recordações

Lembro-me. Lembro-me muito bem, aliás. Lembro-me de acor­dar sem ter muito bem a cer­teza do que ia fazer, como se fosse desem­bar­car na Nor­man­dia e ter-me esque­cido de como dis­pa­rar uma arma ou nem sequer me lem­brar que está­va­mos em guerra.
Lembro-me de cho­rar, não sei exac­ta­mente porquê. E lembro-me tam­bém de parar de cho­rar no […]