“I never get enough sleep. I stay up late at night, cause I’m Night Guy. Night Guy wants to stay up late. ‘What about getting up after five hours sleep?’, oh that’s Morning Guy’s problem. That’s not my problem, I’m Night Guy. I stay up as late as I want. So you get up in the morning, you’re alarm, you’re exhausted, groggy, oooh you hate that Night Guy! See, Night Guy always screws Morning Guy. There’s nothing Morning Guy can do. The only thing Morning Guy can do is try and oversleep often enough so that Day Guy looses his job and Night Guy has no money to go out anymore.”

Acho que o adiantado da hora para quem amanhã acorda ás 8, faz perceber o quanto isto me parece realista.

Feist

Foto de Punki :) via Flickr

Leslie Feist é uma querida. As palavras para descrever o concerto com que presenteou as não muitas pessoas que ontem não encheram o Coliseu do Porto irão andar sempre à volta disso: querida, fofinha, adorável. Confesso que não sou o maior fã da música de Feist mas gosto (se não gostasse não tinha ido ao concerto, não vos parece?) apesar de há semanas (meses?) que não a ouvia cantar aqui pelas minhas colunas. A primeira parte esteve a cargo de uma banda do indie qualquer cujo nome nem sequer fixei e cuja música me passou de todo ao lado. Feist entra em palco vestida de branco, com uma gaiola com uma vela dentro. A roupa larga branca e o cabelo comprido de franja faz lembrar uma qualquer cantora hippie dos 60’s. Após a primeira musica que interpretou por detrás de um biombo branco apenas nos deixando ver a sua sombra, avança para “Mushaboom”, música de Let it Die o seu album de 2004 e minha personal favourite. Durante a música foi sendo projectado no fundo do palco um espectáculo de sombras que acabou por acompanhar o resto do concerto e cuja beleza por vezes quase ofuscava a voz de Feist, o que parecendo que não, era bem difícil. Apesar de em disco nem sempre parecer, Leslie Feist tem uma grande voz, muito superior a grande parte da sua concorrência pelos lados do indie. Ao vivo e numa grande sala a sua voz enche, acaricia, aconchega. “One Two Three Four” é mais um grande momento da noite, acompanhada pelo público com os lalala’s e ohohoh’s aos quais a sua música tanto se presta. Ao segundo encore Feist volta a cantar por detrás do biombo, desta vez ao piano. Conta-nos de como tinha pedido ao seu manager para voltar a Portugal e em como não queria voltar a tocar num complexo industrial na Alemanha. Enfim, aquelas coisas. No fim vai tudo para casa com aquela cara feliz e contente de quem assistiu a um grande espectáculo e se divertiu de caraças. Aposto que ela também gostou. E para mim, como espectador, poucas coisas me agradam tanto como ver no palco a mesma satisfação que no público.

Gostei do keynote de ontem.
Como developer agradou-me bastante que uma percentagem substancial do tempo tenha sido usada para falar aos developers. Para qualquer developer aquela demonstração da aplicação feita em 10 minutos, ali em frente a toda a gente, é breathtaking. Sou um dos mais de 250000 que fizeram download do SDK para o iPhone e posso dizer que é mesmo assim: fácil, rápido, WYSIWYG. Ando com uma ou outra ideia e quem sabe, lá para Julho já terei algumas Lamelas Apps prontas a mostrar.
Quanto ao resto, o que há a dizer? Já tudo era previsível, tenho pena de não ver nada do Snow Leopard, o iPhone 3G é uma maravilha, o MobileMe é uma bofetada de luva branca para certas e determinadas empresas que andam a tentar fazer “cloud computing” e andam a falhar miseravelmente.
Mas claro que o iPhone 3G foi o prato forte e, pelo que me parece, é um killer gadget. Não pelas features, porque é bom que se diga que quando o primeiro iPhone foi lançado já exisistiam modelos da Nokia com as features que o iPhone tem agora, mas pelo preço. Cento e noventa e nove dólares por tudo aquilo é um preço e tanto.

Só assim uma coisa que ainda não vi ninguém falar: o Push Notification Service. É de mim ou aquilo é uma ideia do caraças? Espero para ver.

Ah, e era um iPhone 3G, por favor.

Antes que a blogosfera seja invadida pela onda WWDC - Keynote do Lord Jobs - iPhone 3G - mais novidades Apple, venho aqui só manifestar o meu agrado pela nova jQuery UI que teve hoje um novo release. Como é a minha framework Javascript de preferência em deterimento de coisas como a Prototype associada com a Scriptaculous, foi com grande alegria que li esta notícia. Kudos!

E agora, esperar mais umas horas para depois fazer o post WWDC - Keynote do Lord Jo…

Respondendo ao desafio do André Carita, venho então falar das minhas primeiras experiências como jogador.

A primeira vez que joguei num computador foi no PC-1 da Olivetti do meu primo Tozé. Não tenho a certeza de qual terá, efectivamente, sido o primeiro jogo que nele joguei mas o que certamente me lembro de primeiro ter jogado foi Paratrooper.
Paratrooper Screenshot
Do alto dos seus pujantes 320×240 pixels de resolução nativa, Paratrooper é um jogo simples, daqueles em que apenas utilizamos três teclas. Em Paratrooper controlamos uma torre com um canhão que dispara balas que devemos usar para destruir os helicópetros que vão largando paraquedistas, paraquedistas esses que também devemos destruir antes que atinjam o solo pois se 4 paraquedistas se juntarem de algum dos lados do nosso canhão, formarão uma pirâmide e um deles conseguirá então trepar e destruir o nosso canhão. A juntar à festa há aviões que periodicamente atravessam o topo do ecrã largando bombas que também nos farão perder o jogo se nos acertarem.

Eu sei, não será o jogo mais evoluído de sempre mas é extremamente divertido e enche-me de saudade. Confesso: ás vezes, ainda o jogo. Talvez um dia destes me dê na cabeça e o implemente, só para me sentir realizado.

A par com este jogo poderia também referir outros que joguei por volta da mesma altura, como o Digger ou o épico primeiro jogo de aventuras que joguei, Colorado.

7 Reasons
Revenge, 7 Reasons (1989)

A partir de agora tem um link ali em cima para uma página onde irei colocar os alinhamentos de compilações que vá gravando para pessoas.

Não é para nada de especial, apenas para memória futura.

 

(e no fundo não é para isso que serve tudo o que metemos online?)

…este post vai ser postado para o Twitter. WOOHOO!

Gosto deste anúncio. Muito. É das melhores publicidades que já vi em muito tempo. E caraças, tem o Dylan a cantar, muito melhor que a Nelly Furtado no 2004.
Não, não vou terminar a dar vivas à selecção porque isso é piroso.

Mas a verdade é que a ambição é uma energia positiva.