Próxima Paragem: Poesia

by lamelas

Hoje o metro não pára na Esta­ção dos Com­ba­ten­tes e vai parar na Esta­ção da Poe­sia, fique ela onde ficar. Apenas, porque me apeteceu.

Esco­lhi a morte para ficar con­tigo
- Planta filial e nómada
Feixe de lenha que Isaac car­rega na per­gunta
Via­gem que inau­gura
A árvore nova, videira
Que se estende sobre todos os ramos -

Escolhi-te tam­bém para depois”

Daniel Faria

(obri­gado Marta por me teres “for­ne­cido” o poema)