Mar
28
…que o template está diferente e estranho. Fiz a mudança para os novos templates do Blogger e ainda não tive tempo de arranjar o layout.
Futuramente trato disso.
Mar
27
“As narrativas digitais muitas vezes apresentam as competências por computador como artes misteriosas numa concepção romântica análoga às concepções de alquimia medieval e artes negras. Os programas e as redes de computadores são labirintos. Os sistemas de computadores envolvem a interconexão de componentes de software e hardware os quais são concebidos e manufacturados por outros e por isso são misteriosas “caixas negras” imprevisíveis e irracionais. (…) Os ingredientes do romantismo medieval estão lá: progressão labiríntica, hierarquias de lugar e status, intervenções irracionais através das forças da magia, forças poderosas e irracionais e a aquisição de poder e vitórias através da magia apropriada de uma razão superior”
Sou leitor assíduo do Mouseland, blog da Patrícia Gouveia, respeitável senhora da arte cibernética multimédia. Por aquilo que escreve no blog, concebo-a como sendo uma pessoa que já percebeu o potencial dos novos media como ferramentas da arte (sendo que a mim me interessam particularmente os videojogos). Aproveito então para recomendar a leitura do seu blog (sim, registem lá nos vossos leitores de feeds).
No seu mais recente post, coloca a deliciosa citação em cima transcrita. A informática também tem o seu quê de “alquimia medieval e artes negras” e há um romântico nela que ainda não foi explorado.
Mas mais do que tudo, agrada-me ser dos que domina relativamente essa magia.
Mar
26

Delicioso webcomic da fabulosa equipa do XKCD. Vale a pena a visita a www.xkcd.com
Mar
26
Duas cores, doze estrelas, um continente e um sonho. Eu ainda acredito em ti, Europa.
Parabéns e obrigado.
(#003399 e #FFCC00)
Mar
21
Quase tudo aquilo que eu conhecia de Lisboa, conhecia-o como um cartaozinho colorido com um preço associado. Para mim, a Rua Augusta e o Rossio eram apenas os sítios mais caros do Monopólio, tal como a Rua do Ouro e a Avenida da Liberdade eram duas das propriedades verdes.
A 300km de distância, Lisboa, parece a solução para todos os meus problemas. Vista daqui, ganha um aura quase mística, uma névoa de fascinação que a rodeia, uma tabuleta de “CAPITAL” que se consegue ler à distância.
Lisboa é verdadeiramente uma cidade enquanto que o Porto é uma aldeia grande. Esta é, de longe, uma das maiores verdades e, sem dúvida, o que realmente distingue as duas maiores cidades do nosso jardim à beira-mar plantado.
Chego a Lisboa com uma mala carregada de sonhos e expectativas, vou com a esperança de trazer umas dúzias de “bués” como recordação e de recolher alguma coisa. Vou com todos os sentidos abertos. Quero ver afinal que raio é a “cabeçorra gigantesca e mal-pensante que nasce entre as pernas do Tejo”. Saio na Gare do Oriente, coloco o pé em terra. Inspiro. Olho em volta. Parece que estamos noutro pais. Quanto não vale uma Expo…
Mas Lisboa não pára e no instante seguinte sou rodeado de gente apressada. Olho em volta. Afinal Lisboa é apenas uma cidade como as outras.
Só que é Lisboa
Mar
19
Belíssimo video sugerido pelo Mr. Deluxe sobre a Web2.0. Vale a pena os quatro minutos e meio de duração. E vale também a pena reflectir sobre ele.
Mar
18
“The prime reason the Google home page is so bare is due to the fact that the founders didn’t know HTML and just wanted a quick interface. Infact it was noted
that the submit button was a long time coming and hitting the RETURN key was the only way to burst Google into life.”
Fonte: An evening with Googles Marissa Mayer
Mar
7
Hoje o metro não pára na Estação dos Combatentes e vai parar na Estação da Poesia, fique ela onde ficar. Apenas, porque me apeteceu.
“Escolhi a morte para ficar contigo
- Planta filial e nómada
Feixe de lenha que Isaac carrega na pergunta
Viagem que inaugura
A árvore nova, videira
Que se estende sobre todos os ramos -
Escolhi-te também para depois”
Daniel Faria
(obrigado Marta por me teres “fornecido” o poema)
Mar
1
De entre todos os dispositivos concebidos pela raça humana existe um que, mesmo estando presente em quase todas as áreas da nossa vida, é altamente subvalorizado. Falo, claro está, do botão. Não daqueles que servem para apertar camisas e casacos nem daquele país distante (que por acaso até se escreve com “u”) mas dos botões com que chamamos o elevador ou dos que abrem as portas do Metro. Há duas grandes verdades sobre os botões. A primeira verdade é a de que existem botões em todo o lado. Vivemos rodeados de botões. vivemos numa sociedade “abotonada”. A segunda verdade é que adoramos carregar neles. Há algo de mágico em carregar num botão e acontecerem coisas. O simples interruptor do nosso quarto, um botão a separar a luz da escuridão. Não é mágico, raios?
Acho que uma das coisas que sempre me fez gostar tanto de computadores é o facto de eles terem tantos botões. Cento e poucos botões, para ser mais exacto, isto só no teclado. Falta contar os dois botões do rato mais o scroll e ainda os botões para ligar o próprio computador. Ah, e claro, os botões do monitor, da impressora, do modem, disto, daquilo, daqueloutro. Sem falar nos botões virtuais, parte da interface visual com que comunicamos com o computador, claro está.
É triste que os botões tenham tão pouca visibilidade. Tão importante e interessante conceito merecia bem mais atenção Lanço pois, daqui, o repto para a criação de uma Sociedade Internacional de Apoio ao Botão e de um dia Internacional do Botão, esse mágico interruptor que não passa disso mesmo. Mas é sempre bom lançar causas idiotas.
Como bónus, tomem lá: botões para carregarem.