Jun
22
A Uncut, revista inglesa de “music & movies” tem, desde há dois meses para cá, uma secção de nome “In their own write” em que convidam personalidades do mundo da música para lhes responderem a uma meia dúzia de perguntas idiotas com a sua própria mão. Na revista deste mês podemos ver a bela caligrafia de Mike Skinner, o homem que no mundo da música é conhecido por The Streets.
Inspirado por esta secção lembrei-me de responder a ela. Com a minha letra: Verdana.
Ou acham que ia escrever à mão? Isso é para outras pessoas. Eu sou de informática. A minha letra é esta.
In their my own write
In three words, I am… a philosopher gamer
If I could travel back in time, I’d set the controls for… 10 years before I was born
My favourite person in the entire universe is… mum? dad?
My least favourite person in the entire universe is… senhor Scolari, morra sff
The last time I looked in the mirror, I thought… “Foda-se! Sou feio!”
If I had to leave a body part to science, it would be… o meu cérebro a ver se conseguiam entender o personagem complicado que eu sou
My definition of love is… E = mc^2
The last time I vomited, it was because… não foi por ter bebido demais. isso eu tenho a certeza
The greatest lesson life has taught me so far is… “you’re only as good as the last great thing you did”
If I knew the world was ending tomorrow, then today I’d… kill myself to get there first
The song I want played at my funeral is… “Theme from the Deer Hunter” - The Shadows
I want my tombstone to read… </life>
In purely monetary terms, I am worth roughly… 50 cent
Draw us a picture
Jun
20
De dias 28 de Junho a 1 de Julho vai estar em cena no Teatro Nacional de São João a opereta de Astor Piazzolla (Deus!) “María de Buenos Aires”.
Fica a sugestão. E os preços convidativos para estudantes…
“Quando todos os “Santos” já nos tiverem abençoado com as primeiras noites estivais do ano, convidamo-los a perderem-se na visceral sensualidade porteña das canções e das personagens desta María de Buenos Aires, “operita tango” de Astor Piazzolla e Horacio Ferrer. Reconfigurações músico-cénicas, assinadas por Walter Hidalgo e João Henriques, a partir de uma originalíssima obra-tributo à memória de uma cidade que se confunde com este furacão María: mística, romântica, trágica e burlesca. “Ahora que es tu hora: María de Buenos Aires”…”
Link de relevo: Teatro Nacional de São Jõao
Jun
19
Andei meio ausente nos últimos dias (os posts que irão seguir este explicarão a minha ausência) e quando reparei que tinha isto cheio de comentários fiquei orgulhoso. Vai então um muito obrigado aos que comentaram.
Vai outro “obrigado” para Paulo Costa (zuppafly num certo fórum de mau nome) que na sua Bisca dos Nove fez publicidade aqui à minha nova tasca blogosférica. Passem pela dele que é uma casa já com história e um blog daqueles que eu gosto.
E já agora um obrigado a toda a gente que visitou aqui isto e não disse nada. São valorosos à mesma.
Jun
14
Eu estive lá. Assisti, debaixo de uns 38ºC, ao fantástico FC Porto-3 Celtic-2 que nos deu a nossa primeira taça UEFA. Foi um jogo sofrido. Chorei que nem uma madalena arrependida. Mas estive lá, foda-se.
Hoje n’O Dragão vinham a referenciar crónica de Cristiano Pereira, jornalista do JN, sobre a mítica final de Sevilha.
Nunca fui muito bom com as palavras por isso deixo-vos com essa mesma crónica, como maneira de tentar transmitir o que lá se viveu. Tentar apenas. Porque a realidade é muito mais densa e não cabe em palavras.
CRÓNICA DE UM DRAGÃO
O meu dia 21
6 da manhã, Alfama, Lisboa - Acordo, isto é, salto da cama (mal fechei os olhos com a ansiedade), tomo um duche, enrolo o cachecol e saio à rua.. Está sol. E sinto uma felicidade rara, um furacão de contentamento de quem ainda se está a aperceber que afinal, foda-se, afinal vou. Afinal vou à final. E vou mesmo. Há 12 horas atrás chorava de frustração e agora quase de emoção. Já estou a ir. Caralho. As ruas parecem bonitas, o planeta é belo. Desco a Santa Apolónia rumo à estação do Oriente onde fiquei de me encontrar com 4 amigos que estavam a chegar do Porto. As pessoas que se cruzam comigo(e com o azul que me abraça o tronco) lançam-me luminosos sorrisos, erguem o polegar e não raras vezes vociferam “Boa sorte” ou “hoje somos todos da mesma cor”. Há carros que apitam.
7 horas, Lisboa - Frente ao Vasco da Gama, vislumbro o carro dos meus amigos. Um deles tem o cabelo pintado de azul e metade do corpo fora da janela. É o Giró, figura incontornável do punk rock tripeiro (foi baterista dos Renegados de Boliqueime). Ele grita. O carro apita. São sete da manhã e estes gajos chegam bebados a Lisboa. Menos o condutor, claro. Siga para Andaluzia, a duzentos à hora, num Audi xpto turbo qualquer coisa e a ouvir o disco dos Dr. Frankenstein. Meio dia, Sevilha
- Escusado será dizer que o rapaz do cabelo azul aterrou a meio do Alentejo. Já acordou. Estamos em Sevilha. Foda-se. Já vemo o estádio ali à frente. E só dá gajos vestidos de verde. Parecem lagartos. Estacionamos o carro. Está um calor filho da puta. E bota filho da puta nisso: estão 41 graus. No início achamos piada à temperatura. Estamos todos de tronco nu e decidimos ir até ao centro da cidade. Estamos desidratados. Um calor filho da puta.
15 horas - As principais artérias do centro da cidade estão cortadas ao trânsito. As ruas estão apinhadas de gente vestida de verde. É impressionante a quantidade de escoceses que aqui estão. Diz-se que são mais de cem mil. Não sei. Mas são mais do que as mães. Penso: Glasgow deve estar deserta. O calor parece aumentar até se tornar insuportável. Bebe-se muito. Há escoceses que nos abraçam. Fazemos brindes. Pagam-me copos. Cantam. A polícia observa. E já há centenas de gajos literamente aterrados no passeio. Depois de não sei quantas cervejas aparece, caído do céu, um verdejante legume. É erva. E não é uma erva qualquer. É skunk. Enrolo o charro enquanto um grupo de escoceses tece rasgados elogios ao Cadete. Acendo o charro e penso que, para mim, o Cadete mais não é do que um jogador medíocre e um cromo do Big Brother. O charro começa a bater.. E de que maneira. Filho da puta de calor.
16 horas - Estamos todos meio desorientados. É impossível andar mais de 50 metros debaixo deste sol sem parar para beber mais uma cerveja. Começo a sentir-me totalmente alterado pela mistura de aditivos e pela ansiedade trepidante. Sou assaltado por uma lucidez que me faz pensar: “Foda-se, não bebas mais. Não entres no estádio ainda mais bebado. Ainda aterras e não vês o jogo”. Há que ir para o estádio. Ainda fica longe. Não há táxis. Os autocarros estão cheios. Vamos indo a pé. Filho da puta de calor. Milagre: um dos autocarros abre-nos a porta. Está cheio como um ovo de escoceses que berram e muito, eles cantam, e muito. Ficam todos contentes por partilharmos o mesmo Bus. Somos os únicos portugueses dentro do autocarro. Eles recebem-nos com cumprimentos e cantam. Estão sempre a cantar, estes gajos. Filho da puta de calor.
17,30 horas - Chegamos ao estádio. É preciso ter cuidado com o bilhete. Anda aí gente capaz de matar só para roubar o apetecido rectângulo de papel. O meu está guardado dentro da sapatilha, envolvido em plástico. Entro no estádio. Nem sequer me revistam. Subo ao meu lugar,. Estou na bancada central, “Grada Alta, Puerta P, Sector 201 B, Fila 20, Asiento 25″. Sento-me. Agora sim. Penso: foda-se, estou mesmo aqui. Fico durante minutos calado a saborear essa constatação. A realidade. Este lugar é excelente. Está mesmo a meio do relvado, uns metros acima do banco do Celtic. À minha volta portugueses misturam-se com escoceses. Até o verde do relvado parece adquirir uma luz especial. Um calor filho da puta.
18,20 - Ao meu lado está um puto castiço. Falamos da ansiedade e do desespero. Há logo uma sintonia incrível, uma inegável compreensão mútua. Ele, tal como eu, tinha arranjado bilhete poucas horas antes. Um calor filho da puta. Digo-lhe que vou ao bar comprar garrafas de água. Desco a bancada. Azar nítido: está uma fila interminável para o bar. Fico parvo a olhar para aquilo. Penso num esquema. Chego junto de um enfermeiro da “Cruz Roja” e peço-lhe água com açúcar. Ele leva-me ao gabinete médico, uma sala com ar condicionado repleta de escoceses que dormem que nem porcos derrotados pela coma alcoolica. “Pois”, digo eu ao médico simpático, “não dormi nada com a ansiedade e alimentei-me mal. Este calor também não ajuda. Fiquei fraco”, dramatizo, exagero, enfim, um teatro do caralho ajudad pela pedrada da erva. Ao médico não lhe passa pela cabeça que eu apenas ali estou para evitar a fila do bar. Dá-me um sumo energético. Fico lá durante uns 10 minutos a curtir o ar condicionado. O gajo aponta o meu nome num papel. Saio e trago outro sumo para o puto que me espera na bancada. Passo pela fila do bar e vejo que ainda está maior. E que não anda nem desanda. Feito esperto, rio-me para dentro com um inevitável e muy tripeiro pensamento: “vocês são mesmo morcões, caralho”. Já não há ar condicionado. E, claro, está um calor filho da puta.
19 horas - A curva à minha direita está cheia. De azul. De vida. De beleza. Os portugueses entraram mais cedo no estádio. Canta-se muito. Eu também canto. Está um calor filho da puta. Entretanto, a primeira má cena do dia: os jogadores, lá em baixo, no relvado, a aquecer e, foda-se não estou a ver nenhum caralho de cabelos claros, o pânico e a dúvida apoderam-se de mim e berro: “CARALHO! ONDE ESTÁ O JANKAUSKAS?”. Não está. O que está é o calor. E um calor filho da puta.
19,15 horas - Lentamente, a bebedeira vai desaparecendo e os efeitos da erva vão, claro, esmorecendo. Só o calor é que parece aumentar. E o nervosismo, claro. O estádio já está cheio. Olho para as bancadas e fico assustado com a quantidade de verde que vejo. Os gajos começam a fazer muito barulho. Foda-se. Só cantam. Umas atrás das outras. Um repertório maior do que o Frank Zappa. Esta merda vai começar e tenho que me acalmar.
19,45 - Começa o jogo. Confusão do caralho. Ninguém domina ninguém. Está tudo nervoso. Com medo. Olha, o Costinha foi ao chão. Caralho. Filho da puta. Não era ele que dizia que tinha recuperado da lesão? Foda-se, já ficamos sem o Costinha. Caralho. Não estou a gostar disto. (não olhei mais para as horas, só para o horário do jogo)
20,30 (mais ou menos) - O Porto sobe, Deco levanta a puta da bola, Alenitchev está lá, eu levanto-me, vejo o gajo a rematar de primeira, uma bomba autêntica, o cabrão do Celtic não completa a defesa, e caralho, foda-se!!! Está ali o Derlei, foda-se, caralho AS REDES ABANAM E É GOLO CARALHO! Bem, aqui eu não sei bem, acho que mando um salto, desco uns sete ou oito pisos da bancada e atropelo tudo à minha frente, desde escoceses a portugueses, passando por garrafas de água e sei lá que mais. Estou fora de mim. Acho que nem grito “golo” porque a euforia me corta a capacidade de articular sílabas. Só berro qualquer coisa. Já estou como o outro: não há orgasmo que se compare a isto. intervalo. Tento acalmar-me. Vou buscar mais água. Não há fila. É estranho. Porquê? Que cena do caralho: acabaram as bebidas. Foda-se. Nos dois únicos bares de uma bancada cheia debaixo de 38 graus e não há agua, sumo ou a puta que os pariu? A espanhola giraça que está no bar depara-se com centenas de gajos desesperados e desidratados. Começa a distribuir cubos de gelo a toda a gente e a pedir calma. Num acto de desespero apanho umas garrafas vazias do chão e vou à casa de banho, torneira aberta, encho as garrafas e ainda molho o meu corpo todo. Começo a aperceber-me que a minha garganta está esquisita, isto é, a minha voz, caput, foi com o caralho. Segunda parte. Os gajos marcam o golo. Foda-se. Um barulho descomunal. Nunca (ou)vi nada assim. É impressionante. Chega a ser assustador. Fico na merda. Novo golo do Porto. Foda-se. Agora já nao atropelei ninguem, abracei-me ao puto, caralho, vamos lá ganhar esta merda. “Vamos ganhar 3-1, vocês vão ver”, diz-me um tripeiro mais velho. E volta a dizer o mesmo. Outra vez. E mais uma vez. E pimba!, os gajos empatam novamente, eh pá, puta que pariu, como é que deixam aquele cabrão ali sózinho na area, caralho? Olho para o tripeiro profeta com aquela cara de quem diz “devias ter estado calado meu ganda boi de merda”. Os escoceses fazem outra vez um barulho ensurdecedor. O estádio até parece tremer. Os que estão atrás de mim berram-me ao ouvido. Há um deles que chega a pôr a mão na minha cabeça e despenteia-me todo. Eu estou fodido, claro, mas tenho fair play, nem olho para trás, o gajo está na boa, desde que não me meta a mão no cu. E não só. Começo a ficar fodido. Fico calado minutos a fio. Já nao sei se sinto nervosismo, ansiedade ou depressão. Estou sentado, calado que nem um rato, as mãos na cabeça, o coração a 320 batidas por minuto. Estou a sentir-me mal. Vejo o Celtic a dominar o jogo. Os gajos sempre a cantar. É tudo deles, foda-se. É uma tortura: começo a pensar que não devia ter ido, que sofrimento já chegava, que aquilo é tudo uma merda, que o futebol não vale um caralho, que são só meia dúzia de gajos básicos atrás da bola, que o que eu gosto é de música e poesia e que caralho, eu juro, foda-se, juro mesmo que nunca mais vou ao futebol na puta da minha vida. O puto ao meu lado deve estar como eu. Não diz nada. Às tantas abre a boca e diz-me: “Eu já não sei”. Foda-se. Começo a experimentar a amargura do sofrimento mais forte que alguma vez senti. Tenho a vida reduzida a merda. Às tantas visualizo na minha mente pessoas e alguns nicks do pessoal aqui do forum (O Flash, O Plasmatron, o Manel Poças e a Anfield Road, tudo gente que nunca vi) e tento imaginar onde estarão eles àquela hora, e a pensar que deviam era estar aqui, mas, caralho, como não estão, tento entrar numa espécie de comunicação telepática com eles, de forma a, sei lá, encontrarmos um ponto de convergência mental, juntar as forças, lança-las para dentro do relvado, como se a nossa vontade pudesse cair ali dentro como uma espécie de relâmpago e fazer com que o Porto não perca bola e faça passes certos, foda-se…. eu quero que a bola esteja no meio campo deles, não passem a bola ao Baía, caralho, é para a frente que se joga, e às tantas há alguém (não me lembro quem) que volta a passar a bola ao Baía e eu aí é que me passo mesmo dos cornos. Levanto-me. Grito: “Ó FILHO DE UMA PUTA DO CARALHO É PARA A FRENTE CARALHO PARA A FRENTE CARALHO!!!!!!! (ou coisa do género, não me lembro bem). À minha volta, num raio de 20 metros está tudo sentado, o pessoal olha, quem é que aquele portuga lingrinhas e de tronco nu, cromo do caralho, a gritar qualquer coisa? Os escoceses atrás de mim comentam algo entre eles num calão indecifrável. E riem-se muito. Riem-se de mim. Estão-se a rir de mim, filhos da puta? O jogo acaba, há prolongamento e eu come> ço a ficar preocupado com a minha saúde. Tento respirar fundo durante alguns minutos e começo a sentir-me relativamente melhor. Até porque o Porto já parece saber jogar à bola. Vejo o tempo a passar e só desejo mais um golo, caralho, não peço mais, basta um, foda-se, onde está o Postiga quando preciso dele?, caralho, e entro outra vez no transe de sofrimento, estilo começar a pensar para mim “foda-se, eu até dou os meus discos todos e o meu ordenado só para ganharmos esta merda” e outras merdas do género completamente inconcebíveis num momento mais racional. Segunda parte do prolongamento. Sinto-me perto da morte. Tento acender um cigarro. A mão direita treme de tal forma que nem sequer consigo encostar a chama à ponta do tubo de nicotina.O telemóvel treme no bolso. É uma mensagem escrita do Junqueira a dizer “tem calma pá…. a gente já resolve isto” e, de repente, volto a pensar na história da telepatia, e pergunto-me “mas como é que o gajo sabe que eu estou assim?” e depois penso que s calhar até é natural ele imaginar mas não deixo de pensar na telepatia e sinto-me mais confortável com aquelas letras “tem calma pá” como se eu fosse um puto assustado com algo e tivesse chegado o pai para proteger. Há o 3º golo do Porto. Não sei o que escrever. É um momento muito prateado, uma espécie de luz branca à minha volta. Devo ter gritado e saltado, sei lá, eu já nem estava no lugar, fui para os degraus mais abaixo e estava a ver aquela merda em pé, pá, nem sei bem. Sim, era tudo branco, uma espécie de névoa, estava tudo meio desfocado, e convenci-me que era Deus que ali estava a ajudar-me e fiquei fodido por nunca ter ido á missa e essas merdas e o caralho, e por já ter tido a mania que era anti-cristo na minha adolescência, e que afinal, caralho, Deus existe, e estava ali ao meu lado e eu sem saber como agradecer-lhe e pedir-lhe desculpa por todos estes anos de falta de fé. O jogo acaba. Acho que abraço toda a gente e toda a gente me abraça e que tenho os braços no ar e que tento gritar qualquer coisa mas que não consigo porque já não tenho voz e então limito-me a saltar que nem um cavalo. Os escoceses atrás de mim dão-me os parabéns e apertam-me a mão e eu, pimba, toma lá um abraço também, e a puta da vida é isto e nada mais existe na vida para além disto e deste resultado.
Jun
9
Este é possivelmente o golo que mais festejei em toda a minha vida. Mesmo contando com os golos da final de Sevilha.
Palavras para quê: vejam o video.
Jun
9

Todos somos fanboys (ou fangirls) de alguma coisa. No campo dos browsers para web sou um Opera fanboy.
Opera (para além de ser aquela coisa que as senhoras gordas cantam) é também o nome do melhor browser do mundo, desenvolvido pela empresa com o mesmo nome.
Hoje andava perdido na Wikipedia à procura de coisas sobre XML e não sei o quê quando encontro uma página de críticas ao Opera. A curiosidade do tipo “ora deixaa lá ver que defeitos é que estes gajos arranjaram” levou-me a visita-la. No fim não pude deixar de sorrir: para a maior parte dos defeitos apontados já se referia a correcção do mesmo na versão mais recente.
Por mais voltas que possam dar, digo e repito: o Opera é o melhor browser do mundo e a única coisa em que o Firefox é insubstituível é nas extensões. De notar contudo que o novo Opera com os seus widgets se calhar já vai conseguir combater esse domínio.
Para fazerem o download basta irem a www.opera.com (se bem que impunha-se um www.getopera.com).
Jun
8
Astor Piazzolla é, justamente, Deus. Numa dinâmica de estrear os posts YouTube aqui no pardieiro novo, junta-se aqui o belo do vídeo que contem Deus, na sua magnificência a interpretar o clássico “Adiós Nonino”, dedicado ao seu pai após a morte deste. Sem mais passa-se ao bideo iutubado.
Jun
8
Está quase…
Jun
7
Venho por este meio fazer notar que a imagem que ornamenta o fundo deste blog foi retirada do site dos senhores da metro do Porto, concretamente deste endereço.
Jun
7
Ouvir Jack Johnson enquanto se trabalha dá vontade de ter férias. Faz pensar em praias e miúdas de bikini e bebidas frescas.
Pena que eu, férias, só tenha a partir de 6ª feira.